Quando Star Wars: A Ascensão Skywalker chegou aos cinemas, em 2019, trouxe muito material para discussões. Um dos tópicos, claro, era o fato de Rey (Daisy Ridley) ser neta do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), mas pouco foi se falado sobre como essa linhagem foi feita.

Para celebrar os 25 anos de Star Wars: A Ameaça Fantasma (1999), McDiarmid conversou com a revista Empire, e acabou tocando no assunto da possível vida sexual de Palpatine, afirmando que acredita sim que o Imperador gosta de mostrar seu poder ilimitado na cama, mas que não é algo que os fãs deveriam ficar imaginando:

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Por favor, não invista vigorosamente nesse assunto, mas sim, ele faz [sexo] sim. É horrível pensar em Palpatine transando de qualquer forma, mas talvez ele nem precise disso. Talvez tenha algo a ver com midi-chlorians — e nem me pergunte o que é isso.

Apesar da discussão ser divertida, existe resposta oficial. O pai da jovem jedi é, no caso, um clone fracassado de Palpatine, criado em um experimento para preservar a essência maléfica do Imperador. O homem, conhecido como Dathan, eventualmente fugiu das garras do Sith e conheceu uma mulher chamada Miramir, com quem teve uma filha, batizada de Rey.

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Assim, o próprio cânone da franquia encontrou uma forma de não ter que tocar nos hábitos de Palpatine na cama. Mas talvez seja tarde demais: pensar nesse assunto traz uma imagem que não sairá tão fácil da cabeça.

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Fonte: Empire

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