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Quando Djokovic acertou a linha para ganhar o primeiro ponto do jogo, parecia um sinal de que o número 1 do mundo chegava afiado ao Australian Open. O que se viu depois não foi exatamente assim. O sérvio mostrou um tênis consistente e abriu vantagem rapidamente, quebrando Prizmic no primeiro game e, mais tarde, no sétimo, para fazer 5/2 e, pouco depois, fechar em 6/2.

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O jovem de 18 anos, atual campeão juvenil de Roland Garros, já havia pedido atendimento médico na coxa esquerda, mas passou a exigir mais do veterano, jogando pontos mais longos, defendendo-se bem e errando muito pouco. O duelo ganhou em emoção quando Prizmic ganhou dois pontos bonitos em sequência para quebrar Djokovic e fazer 3/1 no segundo set. Nole respondeu rápido, devolvendo a quebra imediatamente, mas mesmo depois disso o croata se mostrou confiante. Sacando bem, manteve a parcial equilibrada até o tie-break. No game de desempate, em que Nole cometeu seis erros não forçados, Prizmic abriu vantagem cedo. Djokovic ainda salvou dois set points, mas, no terceiro, mandou uma cruzada para fora e viu o rival comemorar.

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O terceiro set começou com Prizmic perdendo o saque ao cometer uma dupla falta. O garotão, porém, não se abalou. No terceiro game, ainda apostando em pontos longos e levando a melhor neles, devolveu a quebra. No quinto, que durou 16 minutos, voltou a superar o saque de Djokovic para abrir 3/2. Contra as cordas, o sérvio finalmente elevou seu nível. Reduziu seus erros e ganhou todos pontos importantes na reta final da parcial. Além de quebrar Prizmic em um game em que o croata sacava em 30/0, Nole salvou seu serviço depois de sacar em 15/40 no sétimo game e 0/30 no nono. Assim, fez 6/3 e tomou a dianteira do jogo outra vez.

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